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Textos e Análises
Análises ou sínteses.
De forma surpreendente, a discussão sobre o padrão de Rádio Digital Brasileiro, que foi propositalmente esquecida pela grande mídia (sempre enviesada no sentido de garantir benefícios próprios, apoiadores do HD Radio), esquentou muito nas últimas semanas, graças a ativistas pró DRM (Digital Radio Mondiale) que de forma relativamente isolada começaram um grande movimento para a escolha de um padrão decente para o rádio brasileiro.
A situação ganhou um carater de disputa direta quando o CEO da Ibiquity, Robert Struble, lançou uma "Carta aberta aos nossos amigos brasileiros", que foi respondida por Michel Penneroux, também do alto escalão do consórcio DRM, que por sua vez foi respondida por John Schneider, mais um do alto escalão da Ibiquity. A Thomson, empresa integrante do consórcio DRM também tomou partido nesses últimos dias.
Os textos da disputa podem ser lidos aqui:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/02/464394.shtml
Com o Rádio Digital, o já antigo uso (mais de 80 anos) da faixa de OC (Ondas Curtas) pode ganhar nova vida. Para os que ouvem Ondas Curtas, estamos acostumados aos efeitos do desvanecimento e dos constantes xiados que acontecem na recepção AM na faixa de Ondas Curtas. Ao mesmo tempo que estamos acostumados a ouvir rádios em linguas que jamais imaginamos em escutar, rádios do leste europeu, rádios em árabe, a Rádio Habana Cuba, Rádio Nacional da Amazônia, BBC World Service, Rádios daqui do lado em espanhol e assim por diante.
Ao mesmo tempo que propicia que transmissões sejam ouvidas em locais muitos distantes, o som que chega ao ouvido do ouvinte muitas vezes tem uma qualidade sofrível, e este fato levou hoje a faixa de Ondas Curtas quase ao esquecimento, com uma diminuição do número de rádios e ouvintes dessa fantástica banda de transmissão.
As faixas para broadcast de rádio no Brasil:
A faixa de OM (canalização de 10kHz):
535 - 1605 kHz
As faixas de OT (canalização de 10kHz):
2300 - 2495 kHz (faixa de 120m)
3200 - 3400 kHz (faixa de 3Mhz ou 90m)
4750 - 4995 kHz (faixa de 5Mhz ou 60m)
5005 - 5060 kHz (faixa de 5Mhz ou 60m)
As faixas de OC (canalização de 5kHz):
5950 - 6200 kHz (faixa de 6Mhz ou 49m)
9500 - 9775 kHz (faixa de 10Mhz ou 31m)
11700 - 11975 kHz (faixa de 12Mhz ou 25m)
15100 - 15450 kHz (faixa de 15Mhz ou 19m)
17700 - 17900 kHz (faixa de 18Mhz ou 16m)
21450 - 21750 kHz (faixa de 22Mhz ou 13m)
25670 - 26100 kHz (faixa de 26Mhz ou 11m)
A faixa do FM em VHF (canalização de 200kHz):
87,4 - 108 MHz
Somente as faixas de Ondas Médias e de FM estão bastante ocupadas, e somente em algumas regiões populosas do Brasil...
Pessoal,
Estou lendo a tese de doutorado do Flávio Ferreira Lima, hoje no Ministério das Comunicações, e um dos principais responsáveis pelo estudo da digitalização no rádio no Brasil.
A tese é muito foda, e muito esclarecedora sobre como funcionam as intrigantes transmissões em Ondas Médias, Ondas Tropicais e Ondas Curtas, e é claro, sobre trasmissão digital de rádio nessas faixas de frequência.
http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/19/TDE-2008-07-15T1...

No ambiente escolar uma nova proposta pedagógica vem sendo implantada com a utilização de Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs), nesses contexto o rádio tem se destacado como o principal elemento numa nova construção do fazer pedagógico de escolas do ensino básico. Para essa metodologia já é utilizado o termo Educomunicação.
Oi Pessoal,
Venho escrever esse texto devido a urgência de se discutir esse tema: a escolha do padrão de Rádio Digital a ser usado no Brasil.
Diferentemente do que aconteceu com a TV Digital, a escolha do padrão de Rádio Digital está sendo pouquíssimo discutida, e a hora é agora, porque de acordo com o site do Ministério das Comunicações, o padrão será definido em fevereiro:
http://www.mc.gov.br/governo-anuncia-sistema-de-radio-digital-ate-fevere...
O governo já havia decidido de antemão que não seriam alocadas novas faixas do espectro para o rádio digital (diferentemente de como aconteceu na Inglaterra e em vários lugares na Europa, por exemplo, onde o padrão DAB foi o escolhido), portanto, de acordo com essa escolha, existem dois padrões em jogo para a decisão: o HD Radio (High Definition Radio), norte americano, e o DRM (Digital Radio Mondiale), europeu.
Por Rodney Brocanelli
Algumas informações contidas no presente texto foram extraídas da seguinte obra:
"Rádios Livres, O Outro Lado da Voz do Brasil"
MELIANI, Marisa - São Paulo, 1995, Tese de Mestrado, ECA/USP.
Rádios comunitárias: livre para navegar nessas ondas?
Olá para todos. A temática das rádios comunitárias está voltando a ordem do dia com força total. Para quem nãosabe, esse tipo de emissora funciona sem permissão do governo federal. Em geral, possuem baixa potência de transmissão e seu alcance é restrito a um bairro ou a uma comunidade. A inspiração para o surgimento dessas rádios no Brasil foram as free radios européias, principalmente as da Inglaterra e Itália. A onda chegou timidamente por aqui nos idos da década de 70, ganhou um certo fôlego nos anos 80 e se consolidou de vez nos 90?s.
Direito de Antena e Liberdade de Expressão
Telecomunicação, radiodifusão e os vícios de hermenêutica. De como o
opressor cria o direito e define os oprimidos que dele não desfrutarão.
Violência estatal contra o direito de informar e ser informado
*INTRODUÇÃO*
"Desde a invenção do jornalismo no Império Romano, o Estado e sua polícia
tentam impedir a liberdade de circulação de idéias e a livre comunicação,
que são naturais como a circulação do sangue", diz em editorial, o jornal
Rádio Comunidade, edição 3, veiculado em outubro de 2002. Mais à frente,
como que para chamar a atenção do leitor para perpetuação do absurdo, relata
que, no "século XVII, a polícia inglesa levava o terror aos lares, na
madrugada, prendendo os jovens que usavam a tipografia inventada por
Guttenberg e que era um privilégio dos reis e da igreja". E não fica por aí.
No século passado, "a KGB, a famosa polícia secreta soviética, apreendia
Anatel defende mais empresas que consumidor e está em crise, diz ouvidor
Da redação do Observatório do Direito à Comunicação
15.01.2008
A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações ainda não encontrou um equilíbrio entre a defesa dos interesses dos consumidores e das empresas concessionárias dos serviços de telecomunicações. Após dez anos da privatização do setor, esta é a avaliação de Aristóteles dos Santos, ouvidor da agência, que divulgou nesta segunda-feira, 14, relatório com duras críticas a atuação da autarquia federal. A ouvidoria afirma que o órgão prioriza defender as empresas em detrimento da sociedade e não cumpre suas obrigações no âmbito da regulamentação das políticas setoriais.
Esses dois relatos foram produzidos por dois integrantes do coletivo radiola Livre/BH após oficina realizada em Diamantina durante festival de inverno da UFMG!!! Eles, graças a deus, expressam opiniões diferentes que devem se complementar!!!
A que participou, parabéns pela ação!!!
Teoria do rádio (1927-1932) – Bertolt Brecht
*tradução de Regina Carvalho e Valci Zuculoto
I. O rádio: uma descoberta antideluviana?
Lembro como ouvi falar do rádio pela primeira vez. Foram notícias irônicas de jornal sobre um furacão radiofônico completo, cuja missão era arrasar a América. No entanto, tinha-se a impressão de que se tratava de assunto não apenas da moda, mas realmente moderno.
Esta impressão se desvaneceu muito rápido, quando também tivemos ocasião de ouvir rádio. Naturalmente, a princípio ficava-se maravilhado e se perguntava de onde procediam aquelas audições musicais, mas logo tal admiração foi substituída por outra: perguntava-se que tipo de audições procediam do éter. Era um triunfo colossal da técnica, poder colocar por fim, ao alcance do mundo inteiro, uma valsa vienense e uma receita de cozinha. Como quem diz com todo segurança.
Coisas da época, mas com que objetivo? Recordo uma velha história em que se queria demonstrar a um chinês a superioridade da cultural ocidental. O chinês perguntou: “que tendes?” Responderam-lhe: “Estradas de ferro, automóveis, telefone”. “Sinto ter que lhes dizer – replicou o chinês cortesmente – que isso nós já tratamos de esquecer.”
A DATA FOI CRIADA EM HOMENAGEM À GREVE GERAL, OCORRIDA EM 1º DE MAIO DE 1886 EM CHICAGO.
NESTA DATA MILHARES DE TRABALHADORES FORAM ÀS RUAS REINVINDICAR JORNADA DE TRABALHO DE OITO HORAS (TRABALHAVA-SE ATÉ 17 HORAS DIÁRIAS). A REPRESSÃO AO MOVIMENTO FOI BRUTAL: PRISÕES, FERIDOS E MUITAS MORTES NO CONFRONTO DA POLÍCIA COM OS OPERÁRIOS.
NO DIA 4, NOVAS MANIFESTAÇÕES E ALBERTO PARSONS, TIPÓGRAFO 39 ANOS APRESENTOU-SE VOLUNTARIAMENTE À POLÍCIA DIZENDO "SE É NECESSÁRIO ALGUÉM SUBIR AO CADAFALSO PELOS DIREITOS DOS TRABALHADORES, AQUI ESTOU". ELE, MAIS AUGUST SPIES, TIPÓGRAFO 32 ANOS; ADOLF FISCHER, TIPÓGRAFO 31 ANOS; GEORGE ENGEL, TIPÓGRAFO 51 ANOS; LUDWIG LINGG, CARPINTEIRO 23 ANOS; MICHAEL SCHEAB, ENCADERNADOR 34 ANOS; SAMUEL FIELDEN, OPERÁRIO TEXTIL 39 ANOS. OS QUATRO PRIMEIROS FORAM CONDENADOS À FORCA, SENDO EXECUTADOS EM 11 DE NOVEMBRO DE 1887, MENOS LUDWIG LINGG QUE SE SUICIDOU NA CADEIA, OS DEMAIS A PENAS DE PRISÃO E TRABALHOS FORÇADOS, SENDO LIBERTADOS EM 1
Desde o último semestre de 2006 inúmeras Rádios Livres e Comunitárias tem sido alvo de repressão da Polícia Federal. Foram fechadas a Rádio Filha da Muda - Acre (26/01), a Rádio Várzea - São Paulo (02/08/06) , 20 emissoras em Gama (29/03), mais 19 emissoras consideradas irregulares na Grande São Paulo (26/03), a Rádio Heliópolis - SP (20/07/06), 4 rádios comunitárias no Alto Parnaíba - MG, além de uma grande operação de fechamento na Grande BH (14/03).
Em Gama, cidade satélite do Distrito Federal, a operação foi chamada de "Fora do Ar"; pessoas foram presas, algemadas e rádios foram arrombadas. As Rádios Várzea e Filha da Muda tiveram seus equipamentos roubados pela Polícia, em operações que descumpriram os rigores da lei. Armando Coelho Neto, presidente da Federação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, considerou duvidosa a operação que fechou 19 rádios em São Paulo.
O problema central evidenciado por episódios recentes envolvendo concessões de rádio e TV tem raiz na combinação entre as bases da legislação e a forma como o poder público tem atuado em relação ao setor de comunicação.
Retirado do sítio Informação, Comunicação e a Sociedade do Conhecimento.
Esta página apresenta uma nova realidade possível em termos do uso comunitário do espectro eletromagnético. A transição é perfeitamente possível e provavelmente vai se deslanchar dentro de alguns anos. Suas consequências são poderosíssimas.
No centro da transformação está uma nova tecnologia, em elaboração, para a construção de transmissores e receptores de rádio (ou televisão) dotados de "inteligência", leia-se capazes de executar software.
Entre as consequências desta tecnologia estão:
- possibilidade do uso comunitário do espectro eletromagnético, sem a necessidade de regulamentações restringindo o acesso ao espectro
- número praticamente ilimitado de estações de rádio e televisão, irradiando em baixas energias
O projeto GNU tem desenvolvido há alguns anos o projeto GNU Radio, cujo objetivo é permitir a manipulação de sinais de radiofrequência por software, como por exemplo codificar e decodificar um sinal FM.
Usando o GNU Radio num hardware adicional, como por exemplo uma placa de som, é possível até a transmitir e receber certos sinais, dependendo é claro da taxa de amostragem e da faixa de frequência de operação do equipamento.
Há também um hardware genérico que pode ser conectado a um computador através da porta USB e que permite a transmissão e recepção de virtualmente qualquer padrão de comunicações em rádio frequência, de FM até os padrões de televisão digital. O design desse hardware genérico - que é conhecido como GNU Radio USRP (Universal Software Radio Peripheral) - está licenciado em copyleft, o que é o mais importante de tudo.
O custo da placa ainda é alto, mas não muito mais caro do ue um transmissor FM usado pelas rádios livres brasileiras.
Felix Guattari (1930 - 1992)
Militar é agir. Pouco importam as palavras, o que interessa são os atos. É fácil falar, sobretudo em países onde as forças materiais estão cada vez mais na dependência das máquinas técnicas e do desenvolvimento das ciências.
Derrubar o czarismo implicava na ação em massa de dezenas de milhares de explorados e sua mobilização contra a atroz máquina repressiva da sociedade e do Estado russo, era fazer as massas tomarem consciência da sua força irresistível face à fragilidade do inimigo de classe; fragilidade a ser revelada, a ser demonstrada pela prova de forças.
Para nós, nos países "ricos", as coisas se passam de outro jeito; não é tão óbvio que tenhamos que enfrentar apenas um tigre de papel. O inimigo se infiltrou por toda parte, ele secretou uma imensa interzona pequeno‑burguesa para atenuar o quanto for possível os contornos de classe. A própria classe operária está profundamente infiltrada. Não apenas por meio dos sindicatos pelegos, dos partidos traidores, social‑democratas ou revisionistas... Mas infiltrada também por sua participação material e inconsciente nos sistemas dominantes do capitalismo monopolista de estado e do socialismo burocrático. Primeiro, participação material em escala planetária: as classes operárias dos países economicamente desenvolvidos estão implicadas objetivamente, mesmo que seja só pela diferença crescente de níveis de vida relativos, na exploração internacional dos antigos países coloniais. Depois, participação inconsciente e de tudo quanto é jeito: os trabalhadores reendossam mais ou menos passivamente os modelos sociais dominantes, as atitudes e os sistemas de valor mistificadores da burguesia ‑ maldição do roubo, da preguiça, da doença, etc. Eles reproduzem, por conta própria, objetos institucionais alienantes, tais como a família conjugal e o que ela implica de repressão intrafamiliar entre os sexos e as faixas etárias, ou então se ligando à pátria com seu gostinho inevitável de racismo (sem falar do regionalismo ou dos particularismos de toda espécie: profissionais, sindicais, esportivos, etc., e de todas as outras barreiras imaginárias que são erguidas artificialmente entre os trabalhadores. Isto fica bastante claro, por exemplo, na organização, em grande escala, do mercado da competição esportiva).
Por bifo (trad. 9s) / http://darksnow.radiolivre.org/ataque_comunicacao.ogg
Original em francês: http://multitudes.samizdat.net/Les-radios-libres-et-l-emergence-d.html
Retirado de http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/12/368808.shtml
par Bifo (Franco Berardi)
Mise en ligne le dimanche 25 juin 2006
A comunicação independente que, nas últimas décadas, se manifesta nas rádios livres, o mediativismo, as tvs de rua, a subversão (?) etc podem ser considerados como expressão e a prefiguração do que felix guatarri chavama ?civilização pós mediática?. A independência da comunicação é um desafio frente (contra?) ao poder. Para compreender o sentido, é útil partir da noção guattariana de agenciamento coletivo e refletir sobre a diferença entre o conceito de automatismo e aquele de dispositivo técnico.
A VIDA É BASICAMENTE O INICIO DA MATÉRIA E O FIM DA MESMA NUM PROCESSO DE RENOVAÇÃO E EVOLUÇÀO.
QUANDO SOMOS CRIANÇAS AS COISAS PARECEM NUBLADAS ATÉ A FASE ADOLESCENTE EM QUE TUDO FICA CLARO.
A EXPERIENCIA DE CADA UM É PESSOAL , MAS MESMO ASSIM SEGUE UM CICLO QUE SE REPETE CADA VEZ MAIS RAPIDO, TALVEZ ISSO SEJA A CHAMADA EVOLUÇÃO.
COM O PLANETA OCORRE O MESMO DEVIDO A SUA ADAPTAÇÃO AS NOVAS REALIDADES
CLIMATICAS.
POR FALAR NISSO ... PARE E PENSE UM POUCO; O AR E OS ALIMENTOS QUE OS NOSSOS BISAVÓS TINHAM PARA SUA SOBREVIVENCIA NÃO SÃO MAIS OS MESMOS.
Por Alceu Luís Castilho em 25/10/2006
Reproduzido da Agência Repórter Social, 23/10/2006 / Retirado do Observatório da Imprensa
Um terço dos senadores e mais de 10% dos deputados eleitos para o quadriênio 2007-2010 controlam rádios ou televisões. A Agência Repórter Social realizou um levantamento inédito sobre a posse de rádios e TVs por parlamentares, a partir de dados entregues por eles mesmos aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), na maior parte disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ao anlisar a propaganda eleitoral, eu notei que os candidatos a presidência da
republica tacam uns com outros.
Será que vamos ter a mesma ladainha de sempre?
Pense nisso.
"Mudeira faz balanço sobre os ares que se respira na rádio Muda após mais de 15 anos de... do que? humm... melhor deixar ela falar...". Texto por Daniela (Prog. Prímula - Domingo 20-22h), retirado do CMI.
Reforma no chamado marco regulatório das comunicações brasileiras, sobretudo da radiodifusão, ganha apoio do empresariado em debates em Brasília, mas entidades da sociedade civil temem que mudanças sejam pró-desregulamentação.
Rádios comunitárias: muita repressão, pouca solução
http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/news_item.2006-08-16...
Apenas em 2006, a Anatel fechou 800 emissoras; para associação das rádios comunitárias, apenas quem tem influência política consegue outorgas
Dafne Melo,
da Redação
Ainda não foi com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva que as rádios comunitárias receberam tratamento diferenciado no Brasil, por parte do governo federal. Em janeiro, o próprio ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, admitiu que o governo Lula pouco fez para resolver a questão das rádios comunitárias no país. Na mesma ocasião, Dulci afirmou que a repressão sobre as "verdadeiras" rádios comunitárias deviam ser evitadas "a todo custo".
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