História

Acontecimentos históricos e coisas de milianos.
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"Neste semestre foi desenvolvido um documentário que acrescenta ao movimento mundial das rádios livres, o "Manual Rádio Livre". Nele é discutido esse modelo sem regras de construção, não somente um meio de comunicação alternativo, mas de um espaço aonde realmente é pensado algo novo.

Com duração de aproximadamente 20 minutos de cenas e questionamentos político diante da patética estrutura do estado, meios comerciais e sociedade manipulada que se comunica com deficiência."

Assista em http://ourmedia.org/node/332046 ou em http://radioladf.radiolivre.org/?q=node/161.

Editorial de 2003 pulicado no Centro de Mídia Independente.

História das rádios livres no Brasil
By Marisa Meliani 13/03/2003 At 16:37

A radiodifusão não-oficial também aparece paralela à história do rádio no Brasil, primeiro com manifestações isoladas e sem caráter político. As primeiras notícias surgem em 1931, quando o publicitário Rodolfo Lima Martensen coloca no ar uma emissora não-autorizada na cidade de Rio Grande de São Pedro, no Rio Grande do Sul. Construída por um amigo, Antoninho Barreto, a rádio vem coroar um sonho de Martensen.

"A atividade radiofônica estava envolta num halo de prestígio e sofisticação, só comparável ao glamour que procedia de Hollywood. Não tive dúvidas, dediquei-me ao rádio! Na ânsia de realizar meu sonho, num ímpeto natural da juventude, nem pensei em pedir licença e oficializar as transmissões."69

Em agosto daquele ano, Martensen transmite o primeiro programa de rádio da cidade e repete a dose no fim de semana

Editorial de 2003 pulicado no Centro de Mídia Independente.

História das rádios livres no Brasil
By Marisa Meliani 13/03/2003 At 16:37

A radiodifusão não-oficial também aparece paralela à história do rádio no Brasil, primeiro com manifestações isoladas e sem caráter político. As primeiras notícias surgem em 1931, quando o publicitário Rodolfo Lima Martensen coloca no ar uma emissora não-autorizada na cidade de Rio Grande de São Pedro, no Rio Grande do Sul. Construída por um amigo, Antoninho Barreto, a rádio vem coroar um sonho de Martensen.

"A atividade radiofônica estava envolta num halo de prestígio e sofisticação, só comparável ao glamour que procedia de Hollywood. Não tive dúvidas, dediquei-me ao rádio! Na ânsia de realizar meu sonho, num ímpeto natural da juventude, nem pensei em pedir licença e oficializar as transmissões."69

Em agosto daquele ano, Martensen transmite o primeiro programa de rádio da cidade e repete a dose no fim de semana

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Felix Guattari (1930 - 1992)

Militar é agir. Pouco importam as palavras, o que interessa são os atos. É fácil falar, sobretudo em países onde as forças materiais estão cada vez mais na dependência das máquinas técnicas e do desen­volvimento das ciências.

Derrubar o czarismo implicava na ação em massa de dezenas de milhares de explorados e sua mobilização contra a atroz máquina repressiva da sociedade e do Estado russo, era fazer as massas tomarem consciência da sua força irresistível face à fragilidade do inimigo de classe; fragilidade a ser revelada, a ser demonstrada pela prova de forças.

Para nós, nos países "ricos", as coisas se passam de outro jeito; não é tão óbvio que tenhamos que enfrentar apenas um tigre de papel. O inimigo se infiltrou por toda parte, ele secretou uma imensa in­terzona pequeno‑burguesa para atenuar o quanto for possível os con­tornos de classe. A própria classe operária está profundamente infil­trada. Não apenas por meio dos sindicatos pelegos, dos partidos trai­dores, social‑democratas ou revisionistas... Mas infiltrada também por sua participação material e inconsciente nos sistemas dominantes do capitalismo monopolista de estado e do socialismo burocrático. Pri­meiro, participação material em escala planetária: as classes operárias dos países economicamente desenvolvidos estão implicadas objetiva­mente, mesmo que seja só pela diferença crescente de níveis de vida relativos, na exploração internacional dos antigos países coloniais. De­pois, participação inconsciente e de tudo quanto é jeito: os trabalha­dores reendossam mais ou menos passivamente os modelos sociais dominantes, as atitudes e os sistemas de valor mistificadores da bur­guesia ‑ maldição do roubo, da preguiça, da doença, etc. Eles reproduzem, por conta própria, objetos institucionais alienantes, tais como a família conjugal e o que ela implica de repressão intrafamiliar entre os sexos e as faixas etárias, ou então se ligando à pátria com seu gostinho inevitável de racismo (sem falar do regionalismo ou dos particularismos de toda espécie: profissionais, sindicais, esportivos, etc., e de todas as outras barreiras imaginárias que são erguidas artificialmente entre os trabalhadores. Isto fica bastante claro, por exemplo, na organização, em grande escala, do mercado da competição esportiva).

"Mudeira faz balanço sobre os ares que se respira na rádio Muda após mais de 15 anos de... do que? humm... melhor deixar ela falar...". Texto por Daniela (Prog. Prímula - Domingo 20-22h), retirado do CMI.

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Todo fue tan pulcro, limpio, inobjetable. Las protestas y movilizaciones mas concurridas de la historia politica de mexico no existieron, ho hubo pruebas de conteos , manipulaciòn del software para el conteo de votos, no hubo boletas de mas o de menos, no existieron los paquetes abiertos y manipulados en los mismos distritos electorales. No existio el patrocinio de transnacionales ni el alineamiento de los medios coorporativos. Todo fue tan limpio y tan creible, que Mèxico sigue estando a la vanguardia de la corrupcion y y el marketing del fraude, a la vanguardia en el uso faccioso de la ley y de la obediencia hacia los intereses de la minoria opulenta del pais y de los intereses transnacionales.

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