Textos e Análises

Análises ou sínteses.

Pessoal,

Estou lendo a tese de doutorado do Flávio Ferreira Lima, hoje no Ministério das Comunicações, e um dos principais responsáveis pelo estudo da digitalização no rádio no Brasil.

A tese é muito foda, e muito esclarecedora sobre como funcionam as intrigantes transmissões em Ondas Médias, Ondas Tropicais e Ondas Curtas, e é claro, sobre trasmissão digital de rádio nessas faixas de frequência.

http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/19/TDE-2008-07-15T1...

No ambiente escolar uma nova proposta pedagógica vem sendo implantada com a utilização de Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs), nesses contexto o rádio tem se destacado como o principal elemento numa nova construção do fazer pedagógico de escolas do ensino básico. Para essa metodologia já é utilizado o termo Educomunicação.

Oi Pessoal,
Venho escrever esse texto devido a urgência de se discutir esse tema: a escolha do padrão de Rádio Digital a ser usado no Brasil.
Diferentemente do que aconteceu com a TV Digital, a escolha do padrão de Rádio Digital está sendo pouquíssimo discutida, e a hora é agora, porque de acordo com o site do Ministério das Comunicações, o padrão será definido em fevereiro:
http://www.mc.gov.br/governo-anuncia-sistema-de-radio-digital-ate-fevere...

O governo já havia decidido de antemão que não seriam alocadas novas faixas do espectro para o rádio digital (diferentemente de como aconteceu na Inglaterra e em vários lugares na Europa, por exemplo, onde o padrão DAB foi o escolhido), portanto, de acordo com essa escolha, existem dois padrões em jogo para a decisão: o HD Radio (Hybrid Digital Radio), norte americano, e o DRM (Digital Radio Mondiale), europeu.

Por Rodney Brocanelli

Algumas informações contidas no presente texto foram extraídas da seguinte obra:
"Rádios Livres, O Outro Lado da Voz do Brasil"
MELIANI, Marisa - São Paulo, 1995, Tese de Mestrado, ECA/USP.

Rádios comunitárias: livre para navegar nessas ondas?

Olá para todos. A temática das rádios comunitárias está voltando a ordem do dia com força total. Para quem nãosabe, esse tipo de emissora funciona sem permissão do governo federal. Em geral, possuem baixa potência de transmissão e seu alcance é restrito a um bairro ou a uma comunidade. A inspiração para o surgimento dessas rádios no Brasil foram as free radios européias, principalmente as da Inglaterra e Itália. A onda chegou timidamente por aqui nos idos da década de 70, ganhou um certo fôlego nos anos 80 e se consolidou de vez nos 90?s.

Direito de Antena e Liberdade de Expressão

Telecomunicação, radiodifusão e os vícios de hermenêutica. De como o
opressor cria o direito e define os oprimidos que dele não desfrutarão.
Violência estatal contra o direito de informar e ser informado

*INTRODUÇÃO*

"Desde a invenção do jornalismo no Império Romano, o Estado e sua polícia
tentam impedir a liberdade de circulação de idéias e a livre comunicação,
que são naturais como a circulação do sangue", diz em editorial, o jornal
Rádio Comunidade, edição 3, veiculado em outubro de 2002. Mais à frente,
como que para chamar a atenção do leitor para perpetuação do absurdo, relata
que, no "século XVII, a polícia inglesa levava o terror aos lares, na
madrugada, prendendo os jovens que usavam a tipografia inventada por
Guttenberg e que era um privilégio dos reis e da igreja". E não fica por aí.
No século passado, "a KGB, a famosa polícia secreta soviética, apreendia

Anatel defende mais empresas que consumidor e está em crise, diz ouvidor
Da redação do Observatório do Direito à Comunicação
15.01.2008

A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações ainda não encontrou um equilíbrio entre a defesa dos interesses dos consumidores e das empresas concessionárias dos serviços de telecomunicações. Após dez anos da privatização do setor, esta é a avaliação de Aristóteles dos Santos, ouvidor da agência, que divulgou nesta segunda-feira, 14, relatório com duras críticas a atuação da autarquia federal. A ouvidoria afirma que o órgão prioriza defender as empresas em detrimento da sociedade e não cumpre suas obrigações no âmbito da regulamentação das políticas setoriais.

Esses dois relatos foram produzidos por dois integrantes do coletivo radiola Livre/BH após oficina realizada em Diamantina durante festival de inverno da UFMG!!! Eles, graças a deus, expressam opiniões diferentes que devem se complementar!!!

A que participou, parabéns pela ação!!!

Teoria do rádio (1927-1932) – Bertolt Brecht
*tradução de Regina Carvalho e Valci Zuculoto

I. O rádio: uma descoberta antideluviana?
Lembro como ouvi falar do rádio pela primeira vez. Foram notícias irônicas de jornal sobre um furacão radiofônico completo, cuja missão era arrasar a América. No entanto, tinha-se a impressão de que se tratava de assunto não apenas da moda, mas realmente moderno.
Esta impressão se desvaneceu muito rápido, quando também tivemos ocasião de ouvir rádio. Naturalmente, a princípio ficava-se maravilhado e se perguntava de onde procediam aquelas audições musicais, mas logo tal admiração foi substituída por outra: perguntava-se que tipo de audições procediam do éter. Era um triunfo colossal da técnica, poder colocar por fim, ao alcance do mundo inteiro, uma valsa vienense e uma receita de cozinha. Como quem diz com todo segurança.
Coisas da época, mas com que objetivo? Recordo uma velha história em que se queria demonstrar a um chinês a superioridade da cultural ocidental. O chinês perguntou: “que tendes?” Responderam-lhe: “Estradas de ferro, automóveis, telefone”. “Sinto ter que lhes dizer – replicou o chinês cortesmente – que isso nós já tratamos de esquecer.”

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